A ilha é habitada e a sua povoação dedica-se maioritariamente à pesca e produção de bivalves. É atualmente mais turística, do que no passado, e existem muitos alojamentos disponíveis.

A praia paradisíaca possui um longo areal que, para nascente, se vai tornando aos poucos mais tranquilo, possibilita o relaxamento e oferece espaço para famílias espalharem toda a parafernália de baldes e pás, sem incomodarem os vizinhos. As águas são muito calmas e límpidas.

Encontramos sempre uma vasta oferta de peixe e marisco muito fresco nos restaurantes da ilha: Associação do Farol e o À do João.

Para quem é adepto da pesca, encontra num pontão logo ali ao lado, do proeminente farol, um lugar para apanhar algum peixe. Para nós, é um passeio obrigatório para tirar fotografias e conversar com os pescadores.

Como chegar à Ilha do Farol?

O acesso à Ilha do Farol faz-se de barco, durante cerca de 45 minutos e é um passeio muito agradável e nada cansativo. Os miúdos gostam muito! Especialmente se forem na parte de fora do barco, espreitando as margens onde passeiam caranguejos, observam o movimento de barcos nos canais, a paisagem da ilha a aproximar, as gaivotas que perseguem os pescadores, e, de brinde, alguns salpicos de água salgada.

Existem ligações desde Olhão, durante todo o ano e desde Faro, a partir do Cais da Porta Nova (na Baixa). O preço é de cerca de 5€ para os adultos e 2,50€ paras as crianças (4-11 anos), ida e volta.

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Artigo originalmente publicado no blogue Onde andam os Duarte?

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