Em outubro, Stephen Bennett, de Burnaby, na Colúmbia Britânica, viajava com a esposa e filho para umas férias em Cuba. A viagem incluiu uma escala em Toronto, segundo informou a BBC. Bennet, que não tinha conseguido dormir durante a primeira parte da viagem, acabou por tomar um comprimido para dormir, pouco antes de entrar no voo.

No entanto, esse medicamento, aparentemente, funcionou bem demais. Um comissário de bordo da WestJet tentou acordá-lo para que ele pudesse estar alerta para descolar, mas não conseguiu que ele respondesse. Ele só acordou a tempo de ouvir um membro da tripulação a dizer que tinha que abandonar o avião porque era uma "emergência médica".

Uma vez no terminal, Bennett foi examinado por paramédicos, que o liberaram para o próximo voo. Ele também mostrou à equipa a prescrição do médico, provando que a medicação tinha aprovação médica. No entanto, ele e a sua família foram informados de que não poderiam voltar a bordo, de acordo com a política da companhia aérea.

A família teve de gastar mais de mil euros em bilhetes novos numa companhia aérea diferente, já que o próximo voo disponível da WestJet para Cuba seria uma semana depois. Para piorar a situação, a família também precisou ficar num quarto de hotel em Toronto para passar a noite.

Agora, Bennett está à procura de uma compensação por parte da WestJet, mas isso provavelmente não vai acontecer. "Apoiamos as decisões da nossa equipa e acreditamos que o que oferecemos a esse passageiro é razoável, dadas as circunstâncias", partilhou a companhia aérea em comunicado.

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