Muitos passageiros, já indignados pelo desvio não ter sido feito para um aeroporto mais perto do destino, ficaram furiosos quando a empresa ofereceu um autocarro para levá-los a percorrer 770 quilómetros de distância. A Ryanair tem voos regulares para Atenas, o que levou alguns passageiros a concluirem que a decisão de desviar para a cidade romena foi feita com base na minimização de custos.

Um total de 89 passageiros recusou-se a aceitar a oferta da viagem de autocarro, apesar da pressão das autoridades aeroportuárias, que os mantiveram na área de bagagem durante a noite sem comida  ou qualquer assistência.

Informado da situação dos passageiros, o governo grego contactou a companhia aérea grega Aegean Airlines que enviou um avião para Timisoara. O ministro grego das Infraestruturas e Transportes, Christos Spirtzis, criticou o que chamou de "companhias aéreas de baixo custo e baixa responsabilidade social". Os 89 passageiros chegaram a Thessaloniki por volta das 17 horas de sábado, com quase 24 horas de atraso.

A Ryanair emitiu um pedido de desculpas pelo desvio e disse que a situação estava fora do seu controlo.

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