As disputas "ocasionalmente tornaram-se violentas, o que resultou em lesões para cidadãos americanos em alguns casos", disse a missão diplomática em comunicado.

"À luz dos incidentes de segurança amplamente cobertos pelos media nos destinos turísticos, lembrem-se que todos os destinos têm algum nível de risco. Crimes violentos como homicídios, sequestros e roubos são comuns no México", alertou a embaixada.

Nesta segunda-feira, alguns taxistas bloquearam a região hoteleira de Cancun, o que fez com que turistas e moradores locais tivessem que caminhar para chegar a seus destinos e, inclusive, viaturas da polícia chegaram a ser utilizadas para fazer alguns transportes.

A 11 de janeiro, a Uber obteve uma decisão judicial para operar no estado de Quintana Roo.

Os sindicatos de taxistas alegam que a Uber realiza uma espécie de concorrência desleal.

Por essa razão, as associações de taxistas protagonizaram incidentes violentos contra motoristas de Uber, que incluíram agressões físicas e ameaças.

A presidente de Cancun, Ana Patricia Peralta, disse num vídeo nas suas redes sociais que não permitirá "que a imagem do destino e a segurança humana seja violada por alguns poucos".

"Deixemos de lado as confrontações, cuidemos de nossa gente, dos cancunenses, de nossos visitantes que confiam em nós", disse.

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