O museu nasceu há menos de um ano, em outubro de 2021, e já foi eleito como o "Tripadvisor Travellers’ Choice de 2022".

Através do museu-vivo, a conserveira Pinhais, que desde 1920 mantém o método de produção artesanal, procura dar a conhecer o seu património e das suas marcas: a Pinhais e a Nuri.

A experiência que a conserveira proporciona ganhou asas e chegou aos Estados Unidos, graças a um artigo publicado, esta semana, pelo jornal The New York Times.

Este é o primeiro museu-vivo da indústria conserveira em Portugal. Por isso, se ainda não o visitou, talvez seja altura de o fazer.

Até o The New York Times já lá esteve. Já visitou o Museu Vivo das Conservas Pinhais?

A Conservas Pinhais Factory Tour

Através de visitas guiadas, pensadas para todas as faixas etárias, os visitantes têm a oportunidade de descobrir a fábrica e o seu espólio, bem como a história da Pinhais e da indústria conserveira, que assumiu particular importância na Europa, aquando das duas Grandes Guerras. A experiência inclui prova de produtos da casa e uma passagem pela loja. Os visitantes ainda podem empapelar a própria lata.

A experiência do The New York Times

Para além de sugerir que os turistas estrangeiros que visitam as Conservas Pinhais concluem que a "sua nova iguaria é, na verdade, "uma operação muito antiga”, o jornal norte-americano refere que a tour culmina numa das salas mais imponentes do edifício, com uma prova das iguarias da Pinhais que considera serem  "deliciosas. (E o cheiro na fábrica é de sardinhas recém-pescadas entrando e saindo da água salgada.)”.

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