Durante o evento, a baixa do Porto Santo assistirá à recriação do desembarque de Colombo, a bordo de uma réplica da nau Santa Maria, seguindo-se um cortejo histórico que percorre as principais ruas.

Na apresentação do evento, o secretário regional da Economia, Turismo e Cultura da Madeira, Eduardo Jesus, salientou que este ano “foi batido o recorde de ocupação [hoteleira]” no Porto Santo associado a este festival, que vai na sua 17.ª edição, registando-se um aumento “de dez pontos percentuais” em comparação com 2015 e de 20% em relação a 2014.

Arruadas, oficinas de caligrafia, danças africanas e da época, tiro ao arco, ataques de saltimbancos, teatro de fogo e um mercado são algumas das atividades que constam do programa que se desenrola até dia 17.

Uma das novidades desta edição do festival são as fortificações edificadas nas principais artérias da Vila Baleira que, segundo Eduardo Jesus, visam dar "a ideia de que o espaço estaria defendido dos ataques que vinham de fora” e, simultaneamente, preparado para a proteção das pessoas da ilha.

O Festival Colombo "tem um investimento que ronda os 127 mil euros", um aumento de dez mil euros relativamente à última edição, envolvendo 325 pessoas, em que 60 delas são da companhia de teatro Vivarte.

Segundo alguns historiadores, em 1478, Cristóvão Colombo esteve na Madeira no âmbito de negócios do açúcar, tendo posteriormente casado com Filipa de Moniz, filha de Bartolomeu Perestrelo, o primeiro capitão donatário do Porto Santo, e viveu durante algum tempo naquela ilha.

O festival homenageia e recorda a sua passagem pelo Porto Santo, existindo na Vila Baleira um museu dedicado ao navegador.

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