Em comunicado, a Airbnb adianta que "entregou à Câmara Municipal de Lisboa mais de 13 milhões de euros de taxas recolhidas em nome dos anfitriões desde 2016 (1,7 milhões em 2016, 3,8 milhões em 2017; 4,5 milhões em 2018 e 3 milhões no primeiro trimestre de 2019)". No Porto, desde maio de 2018, a plataforma "entregou quase 3,8 milhões de euros em taxa turística (2,5 milhões em 2018 e mais de 1,2 no primeiro trimestre de 2019)".

Airbnb defende que os quartos em casas privadas devem ser excluídos das quotas ao alojamento local em Lisboa já que "os quartos são residências principais nestas unidades e por isso não há substituição de população nem um problema de ausência de autenticidade". A plataforma defende que não se pode "comparar uma atividade de partilha de casa com a atividade de investidores que têm o alojamento local como principal atividade profissional ou de fonte de rendimento. Devido a esta falta de diferenciação, todos os que partilham casa registaram a sua unidade de alojamento local nas mesmas modalidades de um investidor".

A Airbnb apresentou hoje, na Câmara Municipal de Lisboa,  as suas alegações a propósito da nova regulação de Alojamento Local. A plataforma afirma que "vai continuar a trabalhar com os governantes em regras de senso comum que beneficiem todos".

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