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Dia 1

Comece o dia bem cedo, visitando algumas das principais atrações da vila. Explore primeiro o Palácio da Pena, depois o Castelo dos Mouros e, de seguida, desça em direção ao centro histórico para conhecer o Palácio Nacional da Vila e provar os doces típicos da região.
Para descansar
  • Palácio Nacional da Pena
    O Palácio Nacional da Pena, eleito uma das sete maravilhas de Portugal em 2007, representa uma das melhores expressões do Romantismo arquitectónico do século XIX, não só em Portugal, como no mundo. Foi o primeiro palácio romântico da Europa, construído cerca de 30 anos antes do Schloss Neuschwanstein, o famoso palácio da Baviera que serviu de modelo ao palácio da Bela Adormecida. Quem sabe se Walt Disney tivesse visitado Sintra, a sua inspiração não teria sido outra! O palácio de cores vivas, elementos mouriscos e manuelinos e o Parque da Pena foram idealizados e concretizados como um todo. É um conjunto mágico que facilmente apaixona quem percorre os jardins e fontes e aprecia as esculturas. Os lagos próximos da saída que dá para o Castelo dos Mouros são igualmente agradáveis e românticos, ideais para descansar um pouco antes de iniciar a subida até ao próximo monumento nacional.
  • Castelo dos Mouros
    O Castelo dos Mouros remonta ao século VIII e, como o nome indica, corresponde aos primórdios da ocupação mourisca da Península Ibérica. Instalado num dos cumes sobranceiros da serra de Sintra, é um ponto privilegiado para admirar a vista que se estende até ao mar. A fortificação construída após a conquista muçulmana inclui duas cinturas de muralhas que contornam de forma irregular os blocos graníticos da serra, passando por enormes penedos e íngremes penhascos. A sua configuração atual resulta de intervenções efetuadas ao longo de séculos, iniciadas por D. Afonso Henriques após a tomada de Lisboa e Santarém; passando pelo reinado de D. Fernando I; pelo terramoto de 1755 e pelas obras de restauro de D. Fernando II no século XIX (ao gosto romântico da época), até à implementação do projeto de requalificação global “À Conquista do Castelo”, conduzido pelos Parques de Sintra-Monte da Lua.
  • Palácio Nacional de Sintra
    Depois da visita ao Castelo, regresse ao centro da vila. Aproveite para almoçar e de seguida pare na pastelaria Piriquita para provar os famosos travesseiros e queijadas de Sintra. Durante a tarde, visite o Palácio Nacional de Sintra, um edifício extraordinário, com características medievais, góticas, manuelinas, renascentistas e românticas que foi utilizado pela Família Real Portuguesa praticamente até ao final da Monarquia, em 1910. É considerado um exemplo de arquitetura orgânica, onde um conjunto de elementos, aparentemente individuais, fazem parte de um todo articulado entre si, através de pátios, escadas, corredores e galerias. Possui o maior conjunto de azulejos mudéjares do país e é dominado por duas grandes chaminés geminadas que coroam a cozinha e constituem o "ex-libris" de Sintra.
  • Volta do Duche
    Termine o dia com um passeio pela Volta do Duche, um percurso que vai do centro histórico de Sintra até ao edifício da Câmara Municipal, muito perto da Estação de Comboios. A Volta está cheia de pontos de interesse como a Fábrica das Verdadeiras Queijadas de Sapa, a entrada para o Museu Anjos Teixeira, O Parque da Liberdade, a Fonte Mourisca, exposições temporárias de escultura e, por vezes, feiras de artesanato.
 

Dia 2

No segundo dia visite a Quinta da Regaleira, o Palácio de Monserrate e o Chalet da Condessa d'Edla.
Para descansar
  • Quinta da Regaleira
    A Quinta da Regaleira está situada na encosta da serra e fica a poucos metros de distância do centro histórico de Sintra. Carvalho Monteiro, o seu antigo proprietário, transformou, com a ajuda do arquiteto italiano Luigi Manini, uma simples quinta de veraneio, num autêntico palácio rodeado de jardins românticos e luxuriantes, bonitas grutas, esculturas, lagos e construções estranhas como poços iniciáticos que evocam a maçonaria, os templários e a alquimia. A Quinta da Regaleira é um lugar extremamente cénico, exótico, cheio de magia e espiritualidade.
  • Palácio de Seteais
    Passe a manhã a descobrir os segredos deste lugar antes de se dirigir para o Palácio de Seteais. Admire o belo arco e se puder reserve mesa no restaurante do hotel para almoçar com vista para os belos jardins. O elegante Palácio de Seteais foi construído no século XVIII para o cônsul holandês, Daniel Gildemeester, numa porção de terra cedida pelo Marquês de Pombal. Atualmente, pertence à empresa hoteleira Tivoli Hotels & Resorts.
  • Palácio de Monserrate
    O Palácio de Monserrate insere-se no Parque com o mesmo nome e foi construído em 1858 por ordem de Sir Francis Cook, visconde de Monserrate, com base num projeto assinado pelos arquitetos Thomas James Knowles (pai e filho). Foi edificado sobre as ruínas de uma mansão neo-gótica pertencente a um comerciante inglês de nome Gerard de Visme, que a alugou em 1793 a William Beckford - o primeiro a criar um jardim paisagístico no local. Atualmente, os jardins albergam mais de 3.000 espécies exóticas de plantas que se adaptaram muito bem às particularidades micro-climáticas da Serra de Sintra. O palácio, foi a residência de verão da família Cook, e é um exemplar perfeito do Romantismo português, teve hóspedes distintos como Lord Byron, poeta anglo-escocês e figura importante do movimento Romântico, que inspirado pelas jardins, cascatas e lagos de Monserrate, cantou a sua beleza, no poema "Childe Harold's Pilgrimage".
  • Chalet da Condessa D’Edla
    Localizado de forma estratégica a poente do Palácio da Pena, este edifício, que se assemelha a um chalet alpino, foi criado na segunda metade do século XIX por D. Fernando II e pela sua segunda mulher, Elise Hensler, Condessa d’Edla, como um refúgio romântico para o casal. Da decoração destacam-se as pinturas murais, os azulejos e o uso exaustivo da cortiça como elemento ornamental. No exterior, o jardim que envolve o Chalet apresenta espécies botânicas provenientes dos quatro cantos do mundo e espaços como a Feteira da Condessa, o Jardim da Joina, o Caramanchão e lagos que encantam os visitantes.
 

Dia 3

Guarde o terceiro dia para começar a conhecer a orla marítima e as belas praias de Sintra. Há opções para todos os gostos: pequenas praias abrigadas ou grandes faixas de areia, praias para surfistas, entusiastas da pesca ou banhistas à procura do bronze perfeito. Existem também praias ocultas, com vistas incríveis e de difícil acesso, mas perfeitas para quem gosta de aventura.
Para descansar
  • Praias de Sintra e Azenhas do Mar

    Comece, ao amanhecer, pela Praia de São Julião, passe pela Praia da Vigia e faça a primeira paragem na Praia da Samarra, uma das praias preferidas dos amantes da natureza. Para lá chegar, tem de descer por um caminho íngreme, mas no fim vale a pena.

    Se gostar da Praia da Samarra, com toda a certeza vai gostar também da Praia do Giribeto, uma encantadora prainha no fundo das falésias, usada principalmente por pescadores.

    Almoce à beira da Praia do Magoito, uma das mais populares de Sintra. É uma praia grande, rica em iodo e com excelentes vistas.

    Muito perto, fica a Praia da Aguda. Para chegar à areia, é necessário descer por uma escada, o que pode se tornar um pouco difícil. É uma praia habitualmente frequentada por nudistas.

    Seguindo pela costa vai encontrar as Azenhas do Mar. Pare no miradouro e aprecie o cenário de cartão postal antes de voltar à estrada e chegar à Praia das Maçãs. Se tiver tempo, faça o passeio, ida e volta, no tradicional elétrico que desde 1904, liga a vila de Sintra à Praia das Maçãs.

    A próxima paragem pode ser nas famosas Praia Pequena e Praia Grande do Rodízio. Se estiver com sede, passe no Bar do Fundo para se refrescar.

    Continue até à bonita Praia da Adraga e aproveite o excelente restaurante que ali se encontra para jantar e ver o pôr do sol.

 

Dia 4

Continue a explorar a costa atlântica e os mais belos tesouros naturais de Sintra. Conheça a Praia da Ursa e o Cabo da Roca. Termine o seu passeio no Palácio de Queluz.
Para descansar
  • Praia da Ursa
    Faça a primeira paragem do dia no Miradouro da Praia do Caneiro e depois siga até à Praia da Ursa, uma praia de beleza extraordinária. O difícil acesso é um obstáculo para qualquer visitante, no entanto, é também a razão pela qual este lugar continua a estar tão bem preservado e a manter as suas características selvagens. Tenha em atenção que a caminhada da zona de estacionamento até à praia, ao longo das falésias, leva cerca de uma hora, mas definitivamente vale o esforço quando chegamos lá. O nome da praia tem origem na Rocha da Ursa, uma enorme formação rochosa que, vista do norte e contra o azul do mar, parece um urso com um filhote ao colo. Relaxe o resto da manhã nesta praia de areia fina.
  • Cabo da Roca
    Depois do almoço siga para o Cabo da Roca e deslumbre-se com as vistas espetaculares do ponto mais ocidental de Portugal continental e da Europa. Situado na latitude 38º 47' Norte e na longitude 9º 30' Oeste, o Cabo da Roca é uma referência importante para quem navega ao longo da costa. Registos históricos apontam para a existência de um forte nesta região, durante o séc. XVII, que teve um papel importante na vigia da entrada de Lisboa, mas atualmente existem apenas vestígios, para além do farol que continua a ser um ponto importante para a navegação.
  • Palácio de Queluz
    Siga para o Palácio de Queluz, aquele a quem muitos chamam o “Versailles português” (apesar de ser muito mais pequeno que o original). Este monumento Nacional foi o lugar de isolamento da rainha D. Maria I, quando ficou demente e residência oficial do Príncipe Regente português, o futuro D. João VI e da sua família após o incêndio que atingiu o Palácio da Ajuda em 1794. Permaneceu assim até à fuga da Família Real para o Brasil, em 1807, em consequência das Invasões Francesas. Termine a sua visita a Sintra passando pela Casa dos Fofos de Belas para provar mais uma das delícias doces desta região. Após um grave incêndio ocorrido em 1934, o monumento foi extensivamente restaurado e hoje encontra-se aberto ao público. Uma das alas do Palácio, o Pavilhão de Dona Maria, construído entre 1785 e 1792 pelo arquiteto Manuel Caetano de Sousa, funciona atualmente como quarto de hóspedes para chefes de Estado estrangeiros em visita a Portugal.

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