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Dia 1

Estivemos dois dias a explorar a Serra do Açor. Deixamos aqui o nosso roteiro deste fim de semana maravilhoso, para que o ajude a conhecer esta zona ou até mesmo desenhar o seu próprio roteiro para visitar a Serra do Açor.
Para descansar
  • Fraga da Pena
    É considerada um dos ex-libris da Serra do Açor, e de facto, percebemos porquê. É um cenário idílico onde se pode encontrar em perfeita comunhão com a natureza, ouvindo apenas as quedas de água e o chilrear dos passarinhos.
  • Pardieiros
    A escassos quilómetros da Cascata da Fraga da Pena encontramos a aldeia de Pardieiros. Aqui fizemos apenas uma pequena paragem para ver a sua bonita Igreja.
  • Mata da Margaraça
    Seguimos então viagem até à Mata da Margaraça, uma das joias da Serra do Açor. Apesar desta zona ter sido fustigada pelos incêndios de Outubro de 2017, a mata está a tentar recuperar. A melhor forma de a conhecer é percorrendo o trilho interpretativo da Mata da Margaraça. O percurso tem apenas 1,5 km de extensão (cerca de 30 minutos) e vai conduzi-lo pelo meio da natureza, sendo que seremos presenteados por ribeiras e quedas de água. Pode ainda visitar o forno de refugo, um moinho de água e o espaço museológico agrícola da Casa da Eira. Foi aqui que fizemos um piquenique para repor as energias. E que bom que foi!
  • Benfeita
    Já de barriguinha cheia, seguimos até ao nosso próximo destino, a aldeia de Benfeita. Esta é uma das “aldeias brancas” da Rede das Aldeias do Xisto. Estacionámos o carro e percorremos as ruas empinadas da aldeia, onde logo sentimos a frescura no encontro de duas ribeiras, a do Carcavão e a da Mata. Subir à Fonte das Moscas é obrigatório em Benfeita. De lá conseguimos apreciar o conjunto de casario branco com as suas ruelas e passadiços tão característicos. Sabia que esta é a única aldeia no mundo que exalta a paz com uma torre, um sino e um relógio? É verdade. Todos os dias 7 de Maio, a Torre da Paz celebra o fim da II Guerra Mundial com 1620 badaladas (o número de dias que durou o conflito).
  • Coja
    O nosso roteiro não ficaria completo se não visitássemos a vila de Coja, a Princesa do Alva. Banhada pelas águas do Rio Alva, Coja foi em tempos remotos ocupada pelos romanos e a sua herança arquitetónica resiste à passagem do tempo. Atravessámos a ponte antiga sobre o Alva, e fomos explorar. Passeámos um pouco pelo centro e achámos Coja tão mimosa!
  • Barril do Alva
    Passando a ponte sobre o Rio Alva entrará em Barril de Alva. Logo ali existe uma fonte com a forma de barril onde jorram as águas do Alva. Ali está ainda presente a Praia Fluvial da Ponte, para se refrescar nas tardes quentes de verão, com uma nora no rio.
  • Vila Cova de Alva
    Cada vez mais apaixonados pela Serra do Açor, seguimos até a outra Aldeia do Xisto. Seria a vez de explorarmos Vila Cova de Alva. A vista à chegada da aldeia é apaixonante. Ali pode explorar a histórica Rua Quinhentista, a imponente Igreja Matriz de Vila Cova de Alva, a Igreja da Misericórdia, a Fonte da Praça e a Casa da Praça e o Pelourinho. Confessamos que não ficámos muito tempo por Vila Cova de Alva, pois o calor já apertava e queríamos ir dar um mergulho!
  • Avô
    Foi na vila de Avô que demos o tão desejado mergulho, mais propriamente na Praia Fluvial de Avô. O espaço é tão agradável que nem vai dar pelas horas a passarem. Localiza-se no ponto onde a Ribeira de Pomares se encontra com o Rio Alva. Desta junção resulta um lago com uma maravilhosa ilha no meio, a Ilha do Picoto. Já mais fresquinhos fomos explorar as ruas históricas de Avô, passando pelo edifício dos antigos Paços do Concelho e o Pelourinho Manuelino. Subimos ainda até às ruínas do seu antigo Castelo, cujas origens remontam ao longínquo tempo da ocupação romana de Avô. Faça um pequeno desvio até ao miradouro Varandas de Avô. Deste local vai usufruir de uma das paisagens mais arrebatadoras da Serra do Açor.
  • Ponte das Três Entradas
    O sol já se estava a esconder e fomos até ao último destino do dia. A Ponte das Três Entradas situa-se na confluência do Rio Alvôco com o Rio Alva. A particularidade desta ponte é o facto de ter não um, não dois, mas sim três tabuleiros. Foi aqui que encerrámos o nosso dia, mais precisamente no Alva Valley Hotel, que se localiza mesmo junto à ponte.
 

Dia 2

Depois de tomarmos um farto pequeno-almoço no Alva Valley Hotel, partimos novamente à descoberta da Serra do Açor.
Para descansar
  • Aldeia das Dez
    Apesar da Aldeia das Dez pertencer à rede das Aldeias do Xisto da Serra do Açor, a aldeia é maioritariamente composta por construções de granito. Mas não é por isso que não deve ser visitada, muito pelo contrário. Passeámos pelas ruelas e fomos espreitar a Igreja Matriz, localizada num ponto alto da aldeia. Um outro local que gostámos muito foi a Fonte do Povo, junto ao Cruzeiro do Largo da Fonte. Ali encontramos uma cabine telefónica, muito ao estilo londrino.
  • Poço da Broca
    Seguimos em direção a Vide para chegar a um dos destinos mais aguardados do dia. Estamos, portanto, a falar-vos do Poço da Broca. Na verdade este bonito local já pertence ao Parque Natural da Serra da Estrela, mas como fica mesmo na fronteira com a Serra do Açor, não resistimos a dar lá um saltinho. Aqui vai encontrar um conjunto de quedas de água soberbo, com várias piscinas naturais. O local é de uma beleza natural indescritível, que as fotografias não conseguem fazer jus ao que os nossos olhos presenciam.
  • Foz d’Égua
    Chegámos a um dos ex-libris do nosso roteiro. A aldeia do xisto de Foz d’Égua é uma das aldeias mais pitorescas da Serra do Açor, que mais parece ser tirada de um conto de fadas. Apelidada de “Aldeia Hobbit”, facilmente se percebe porquê: entrámos num cenário encantado! Foz d’Égua é caracterizada pelo seu aspeto rural serrano, com as típicas casas de xisto e lousa, circundadas por uma natureza maravilhosa. É aqui que podemos encontrar uma das mais fotogénicas praia fluviais de Portugal. É banhada pelas Ribeiras do Piódão e de Chãs d’Égua que aqui se unem, e fazem as delícias de miúdos e graúdos no verão.
  • Piódão
    O nosso roteiro pela Serra do Açor terminou com a visita à tão aguardada “Aldeia Presépio”. Em perfeita sintonia com a paisagem, Piódão surge aos nossos olhos como um lugar mágico. E é mesmo! Quanto mais se aproxima, mais a aldeia apaixona. Podemos então dizer que terminámos da melhor forma: com a cereja no topo do bolo.

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