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Dia 1

Comece o primeiro dia de viagem pela Albufeira da Caniçada e termine na Vila do Gerês. Pelo meio, passe pelas duas cascatas mais famosas do parque.
Para descansar
  • Albufeira da Caniçada
    Formada pela bacia hidrográfica do Rio Cávado, é uma boa "porta de entrada" do Gerês pois oferece várias valências ao visitante: praia fluvial, passeios de barco, desportos náuticos, bares e restaurantes, alojamentos, além da bela paisagem envolvente. Durante a sua visita vai, provavelmente, acabar por fazer alguma atividade junto à Caniçada.
  • Miradouro da Pedra Bela
    É o miradouro mais conhecido do Gerês e ponto de paragem obrigatória em qualquer visita ao parque nacional. As vistas são sublimes, principalmente durante o pôr-do-sol. Fica num monte na margem esquerda do rio Gerês, a 6 km das Caldas, dali se avistando toda a albufeira da Caniçada, uma parte do vale do Gerês e as montanhas que sobem para a Portela de Leonte.
  • Cascatas do Tahiti
    As Cascatas de Fecha de Barjas, mais conhecidas pelo nome de Cascatas do Tahiti, são uma verdadeira obra-prima da natureza e garantia de fantásticos mergulhos. Para chegar a este pequeno pedaço de paraíso, vai ter de percorrer um trilho a pé. Siga sempre as sinalizações indicadas para fazer o percurso em segurança.
  • Cascata do Arado
    Localizada a cerca de 900 metros de altitude, num curso de água do rio Arado, em que o desnível do terreno propicia a formação de várias pequenas cascatas, terminando num lago próximo da aldeia de Ermida, em Terras de Bouro. Possui bons acessos para viaturas, facilitando o percurso até lá.
  • Vila do Gerês
    Também chamada de Caldas ou Termas do Gerês, é uma espécie de "capital" informal do Gerês e onde vai encontrar restaurantes, cafés, alojamentos e operadores turísticos. As ruas são pitorescas, com edifícios românticos. Pode passear pelo singelo Parque das Termas, com recantos de sombra e água a correr para os dias mais quentes.
 

Dia 2

Começar o dia a descobrir a história de uma aldeia submersa e terminar a relaxar numa piscina de água termal quentinha em Espanha.
Para descansar
  • Vilarinho das Furnas
    Vilarinho das Furnas foi uma aldeia situada no sopé da Serra Amarela, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês. O que resta da aldeia está escondido sob as águas do Rio Homem, que a engoliu em 1971, ao ser construída a barragem de Vilarinho das Furnas. Quando a barragem é esvaziada para limpeza ou em períodos de seca, em que que o nível da água desce bastante, grande parte da aldeia fica a descoberto e, seguindo o trilho que acompanha o rio, poderá ter um vislumbre do que terá sido a aldeia.
  • Mata da Albergaria
    A Mata de Albergaria é um dos mais importantes bosques do Parque Nacional do Gerês, constituída por um carvalhal secular, que inclui espécies características da fauna e da flora geresianas. Guarda também um troço da Via Romana - Geira - com as ruínas das suas pontes e um significativo conjunto de marcos miliários. Este é um lugar de silêncio e respeito pela natureza. Pode fazer uma caminhada pela Geira romana para apreciar a mata em todo o seu esplendor.
  • Cascata de Portela do Homem
    É uma das cascatas com melhor acesso do Gerês para quem não quer caminhar muito por trilhos, além de ser das mais bonitas. Depois da queda, as águas dão forma a uma lagoa bastante utilizada nas épocas de veraneio. Não há muito espaço para estender a toalha, mas a vista compensa uma ida até lá, nem que seja para um mergulho.
  • Los Baños
    Após passar a fronteira com Espanha, pode relaxar em "Los Baños", perto de Lobios. Trata-se de um parque com uma "piscina" de água quente, no exterior, junto ao Rio Caldo, com propriedades termais. A piscina é pública e gratuita e permite desfrutar das águas termais ao ar livre. A área está preparada para banhos, que é utilizada tanto de verão e como de inverno.
 

Dia 3

Se considerar ficar mais um dia, a proposta pode passar por conhecer aldeias tradicionais que contam histórias e lendas da região.
Para descansar
  • Cabril
    Cabril, em Montalegre, é um mosaico de pequeninas povoações ao longo das encostas abrigadas que descem sobre os rios. Aqui vai encontrar de opção de explorar o Gerês mais a fundo, através de trilhos pela serra que o podem levar a lagoas menos conhecidas ou de acesso mais difícil, como é o caso das 7 Lagoas, em que para lá chegar tem de percorrer 12 quilómetros a pé.
  • Aldeia de Fafião
    É uma das aldeias mais místicas do Gerão, quer seja pelo isolamento entre as montanhas, quer seja pelas histórias da convivência entre homem e lobos. Hoje em dia, é uma aldeia comunitária que mantém as tradições do passado. O fojo dos lobos é uma das atrações a serem vistas. Há também um bonito miradouro. Mais uma vez, para os que tiverem tempo e vontade, Fafião é um bom ponto de partida para explorar paragens menos conhecidas do Gerês.
  • Cascata de Pincães
    É considerada uma das mais belas cascatas do Gerês. Fica localidade de Pincães, perto de Cabril. Para lá chegar, tem de percorrer um trilho a pé de cerca de 20 minutos a partir da aldeia de Pincães. Na região, há diversas caminhadas para explorar ainda mais a paisagem.
  • Ponte da Misarela
    Situada em Ruivães (Vieira do Minho), sobre o rio Rabagão, reza a lenda que foi construída pelo próprio Diabo. A ponte tem origem na Idade Média, tendo sido reconstruída no século XIX. O cenário onde se enquadra faz jus ao nome. Assenta-se sobre os penedos e insere-se num imponente desfiladeiro escarpado, vegetação densa e uma cascata exuberante.

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