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Dia 1

Quando visitamos Faro, descobrimos uma outra realidade do Algarve, região mais conhecida pelas praias de areia branca e águas tépidas. Por esta região andaram, desde o século Vlll a. C. até aos nossos dias, fenícios, cartagineses, romanos, árabes e portugueses... Digamos que, por aqui, a "globalização" começou há muito.
Para descansar
  • Praia da Ilha de Faro
    Partamos em direcção à Praia da Ilha, situada a cerca de 7 Km de Faro, na Península do Ancão. Lá chegaremos de carro, barco (alugado ou carreira), bicicleta ou camioneta de transporte colectivo que, com razoável regularidade, passa pelo centro da cidade. É uma das mais extensas praias do Algarve. Se virados a sul, temos a imensidão do Atlântico. Para norte, estende-se o sapal da Ria Formosa, com fauna e flora oficialmente classificadas e protegidas. Mais ao fundo, na linha do horizonte, vê-se a majestática Serra do Caldeirão. Se caminhar à beira-mar, com passo estugado e respiração adequada, em menos de meia hora alcançará a solidão propiciada por dunas que convidam à prática da meditação e (ou) naturismo em paz, sossego e segurança. Com a ajuda de um chapéu-de-sol, protector solar, garrafa de água e algumas sandes, passará um dia inesquecível.
 

Dia 2

Voltando à cidade, divague agora por Faro, partindo, ao início da manhã, com temperatura ainda amena, do centro histórico.
Para descansar
  • Centro histórico de Faro

    Comece a caminhada pelo Paço Episcopal, a Câmara Municipal e a Sé Catedral. Atrás desta, surge o Largo D. Afonso III, rei português que, em 1249, conquistou Faro aos mouros e, por isso, ali é homenageado com uma estátua de considerável porte. Na mesma praça pode visitar o Museu Municipal, instalado no antigo Convento da Nossa Senhora da Assunção, onde se expõe um importante acervo da presença dos romanos na região.

    Caminhando para nascente e depois de atravessar o Arco do Repouso, visite a Igreja de S. Francisco (século XVII), cujos azulejos e talha dourada merecem espanto.

    Procure em seguida a Rua de Santo António, artéria pedonal com comércio interessante. Dirija-se para norte, até chegar ao mercado municipal, importante para observar e sentir o modo de ser e de estar da população local. Não perca as bancas de venda de pescado. Aos nossos olhos surgirá um sortido de peixes e mariscos, com qualidade e frescura que nos inquietam o apetite.

    Caminhe um pouco mais e encontrará, entre o Estádio Municipal de Futebol e o Hospital de Faro, um tão discreto quanto inesperado Cemitério Judaico e um pequeno núcleo museológico.

    Por fim, dirija-se à Ermida de Santo António do Alto e, com bons modos e alguma paciência, tente subir à torre de atalaia, o ponto mais alto da cidade.

    Onde comer

    Em Faro ou em qualquer outro ponto do Algarve, não deixe de experimentar o arroz de lingueirão, o bife de atum (grelhado ou de cebolada) e as papas de xarém com amêijoas ou conquilhas, tesouros da mais tradicional cozinha portuguesa. Os pratos de peixe predominam em diversas modalidades: cozido, grelhado, frito, de caldeirada…

    No que respeita a restaurantes, destacamos, em Faro:

    • Faz Gostos
    • Taska
    • Clube Naval
    • Faro e Benfica
    • Zé dos Matos (Praia da Ilha)
    • Roque (Praia da Ilha)

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