• Morámos um mês na selva do Bornéu
    Morámos um mês na selva do Bornéu
    KuraKura Homestay, fica a sul de Kuching, nas colinas da ilha do Bornéu e perto do cume da montanha que faz fronteira com a Indonésia. Foi nesta casa e quinta orgânica, escondida nas colinas ao longo do rio Sarawak, que tivemos a nossa primeira exper
  • Trabalho em troca de alojamento na selva do Bornéu
    Trabalho em troca de alojamento na selva do Bornéu
    Trabalhar em viagem, trabalhar em troca de alojamento pode ser uma experiência enriquecedora. Em família, vivemos e trabalhamos durante um mês numa 'homestay' na selva do Bornéu. Esfregámos paredes; limpámos e passámos uma cera protectora no soalho d
  • O maior templo budista do Sudeste Asiático
    O maior templo budista do Sudeste Asiático
    Kek Lok Si Temple é o maior templo budista no Sudeste Asiático e fica na Malásia. No seu ponto mais alto, está a Deusa da Misericórdia, Kuan Yin. Percorra a nossa fotogaleria e viaje até lá.
  • Perdidos na selva do Bornéu
    Perdidos na selva do Bornéu
    Perguntam-nos, com alguma frequência, qual a história mais louca, mais curiosa e, acrescentaríamos, mais imprevisível e aventureira desta longa viagem. Até agora é esta que partilhamos aqui, convosco: a nossa chegada ao Bornéu.
  • Georgetown: a cidade mais 'cool' da Malásia
    Georgetown: a cidade mais 'cool' da Malásia
    Da 'street art', iniciada na Armenian street com o famoso ‘kids on bicycle’ pintado por Ernest Zacharevic, passando pela riqueza e diversidade: arquitectural e cultural. Sem esquecer de que se trata da capital gastronómica da Malásia, numa espécie d
  • Desconectados das tecnologias - ligados à terra
    Desconectados das tecnologias - ligados à terra
    Pousamos os relógios, desligamos os telemóveis, a tv, apesar de fisicamente presente, nem à corrente foi ligada. Foi tempo de guardar as vacas, pastar as ovelhas, apanhar limões e dar mergulhos, com direito a pirolitos. Foi tempo nu de horas, minutos
  • O triângulo que une três países
    O triângulo que une três países
    Alguém escolheu este lugar, bem a norte da Tailândia, para brincar aos deuses: construíram-se templos que depois se abandonaram; desenharam-se arco-íris nas fachadas das casas e deu-se a forma triangular a um pedaço de terra, fazendo-o ficar refém de
  • O mais surpreendente (e estranho) templo da Tailândia
    O mais surpreendente (e estranho) templo da Tailândia
    E se o nosso imaginário ganhasse mãos? E se as mãos do nosso imaginário moldassem o mundo, lhe dessem forma, como plasticina nas mãos de uma criança? Provavelmente, criaríamos algo próximo do Wat Rong Khun, o famoso Templo Branco, em Chiang Rai, Tail
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    Chiang Mai, o paraíso dos nómadas digitais na Tailândia
    Chiang Mai, a Cidade Nova ou a Rosa do Norte, hoje é a segunda maior cidade do país e o centro cultural da Tailândia. Descontracção, boa comida, preços baixos, um bom escape ao turbilhão acelerado de Bangkok. Razões suficientes para ser considerada
  • Flores e cor: um passeio pelo Pak Khlong Talat de Bangkok
    Flores e cor: um passeio pelo Pak Khlong Talat de Bangkok
    Um passeio pelo Pak Khlong Talat – o mercado das flores ou mercado das orquídeas – chegaria para pintar os pensamentos mais escuros de cores vivas e sorrisos. A mercadoria chega das muitas províncias do país, ora transportada pelas águas do rio Chao
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    O comboio feito de bambu, uma atração única no mundo
    É ao ritmo e som de um passeio de comboio que vos contamos a nossa visita a Battambang, é que este "bamboo train" é uma das grandes atracções desta que é a quarta maior cidade do Cambodja. E, confessámos, percorrer estes trilhos, únicos no mundo, mar
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    Vidas sem filtros pelo rio Sangkae, no Camboja
    Passámos, lado a lado, com as casas e as gentes que as habitam: uns dormem, outros comem, outros tomam banho. Há roupa estendida e roupa por estender. Homens que consertam as tábuas dos barcos, das casas. Barcos que carregam lenha, para os cozinhados
  • O circo que faz das crianças de rua artistas
    O circo que faz das crianças de rua artistas
    Neste circo do Camboja os artistas têm em comum: um passado marcado por abusos, negligência, pobreza, abandono e rua, a rua onde moravam até a instituição Phare Ponleu Selpak os acolher. Neste espectáculo 'falam' dos medos e das angústias.

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