“O canto desconhecido e acessível de Portugal que irá convencê-lo a emigrar”, é assim que o jornalista Paul Bloomfield descreve a pequena aldeia de Durrães e toda a região do Minho. No artigo são destacadas as paisagens verdejantes repletas de mansões com mais de cinco séculos. Muitas dessas mansões foram renovadas para receber hospedes “a preços surpreendentemente razoáveis.” Esse é um dos pontos que agrada aos turistas britânicos: “é um país onde se pode desfrutar de uma caminhada com champanhe a preço de prosecco.”

As paisagens verdes do Minho e os alimentos orgânicos conquistaram o jornalista que passou uma semana na região. Em Durrães conheceu ainda a Avianense, a fábrica de chocolate mais antiga do país e o pequeno museu que traça a longa história de Portugal a consumir o cacau brasileiro.

Durante a viagem também visitou Ponte de Lima, que descreve como sendo “encantadora, com a sua ponte romano-medieval, muros e torres de pedra e uma variedade de restaurantes que servem pratos tentadores.”

O rio Lima é conhecido como rio do esquecimento, pois os legionários romanos ao encontrar o Lima, julgaram tratar-se do Lethe da mitologia grega - o rio do esquecimento. No entanto, no Minho - nas suas paisagens, cidades históricas, solares românticos e, especialmente, a sua cozinha - perdura a memória de outros tempos.

Newsletter

Receba o melhor do SAPO Viagens. Semanalmente. No seu email.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.