O crânio de Luzia era o fóssil humano mais antigo encontrado na América. Sobreviveu durante mais de 12 mil anos, mas acabou destruído no incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro. Um acervo rico que foi - quase - totalmente destruído pelas chamas, que queimaram milhões de anos de história.

O Dinoprata, dinossauro Maxakalisaurus topai encontrado em Minas Gerais, foi mais uma perda sonante. Viveu há cerca de 80 milhões de anos, media 13 metros e pesava nove toneladas. Foi o maior dinossauro montado no Brasil. O Dinoprata esteve numa caixa durante vários anos, mas uma angariação de fundos pela internet permitiu que voltasse a reinar no museu, mas durante pouco tempo.

Exposições etnográficas, exposições obre o Egito, fósseis, minerais, coleções paleontológicas foram várias das coisas que se perderam no incêndio.

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