O passaporte mais raro do mundo é o da Ordem Soberana e Militar de Malta - que teve a sua soberania reconhecida pelo papa Pascoal II, em 1113. Atualmente,  só existem 500 passaportes da Ordem Soberana e Militar de Malta a circular no mundo.

Os passaportes diplomáticos, de acordo com a Ordem Soberana e Militar de Malta, são concedidos apenas aos "membros do Conselho Soberano (o governo), aos chefes e membros das Missões Diplomáticas (assim como os seus consorte e filhos menores), e - com muito poucas exceções - para altas figuras encarregados de missões especiais dentro da Ordem de Malta."

Desde a perda da ilha de Malta em 1798, a terra soberana desta ordem militar está restrita a duas propriedades extraterritoriais em Roma, de onde a Ordem emite os próprios selos postais, moeda e passaportes.

Os passaportes só permanecem válidos durante quatro anos.

A Ordem Soberana e Militar de Malta mantém relações diplomáticas com 106 estados, o que significa que esses estados aceitam os passaportes diplomáticos como uma forma válida de identificação.

A Ordem de Malta ajuda a cuidar de pessoas com necessidades médicas, sociais e humanitárias e está particularmente envolvida em auxiliar pessoas apanhadas em conflitos armados ou desastres naturais. Tem o estatuto de observador permanente da ONU.

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