O Economist Intelligence Unit (EIU) - que avalia 133 cidades globais e compara o preço de uma cesta de 138 itens de uso diário em cada uma - classificou-as as cidades mais caras do mundo. Paris e Zurique ultrapassaram Singapura e Osaka, que tinham empatado com Hong Kong na Pesquisa Mundial de Custo de Vida anterior, realizada em março.

Segundo o EIU, Paris e Zurique subiram no ranking de quinto lugar devido à alta do euro e do franco suíço em relação ao dólar dos EUA, bem como ao declínio comparativo no custo de vida nas dias cidades asiáticas que antes ocupavam o topo da tabela. Singapura e e Osaka desceram para a quarta e quinta posição, respectivamente, com Osaka empatada com a cidade de Tel Aviv.

As mudanças são especialmente marcantes desta vez, com o relatório a fazer uma avaliação do impacto da pandemia COVID-19 sobre os preços em todo o mundo. Os preços de Singapura, por exemplo, baixaram à medida que a pandemia causou um êxodo de trabalhadores estrangeiros, enquanto Osaka viu os preços estagnados e o governo japonês subsidiou custos com os transportes públicos.

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No extremo oposto, Damasco, na Síria, é a cidade com o menor custo de vida, seguida por Tashkent, no Uzbequistão, Lusaka na Zâmbia, Caracas (Venezuela) e Almaty, Cazaquistão.

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