Estes valores da linha do Programa Valorizar vão permitir desenvolver “condições de acessibilidade física e comunicacional” na rede de Aldeias Históricas de Portugal, tal como realizar ações de formação e sensibilização junto dos vários públicos-alvo, segundo informação oficial.

Também serão criados percursos de visitação acessível em 12 aldeias e será elaborado o Plano de Promoção do Turismo Acessível nas aldeias, que integra um diagnóstico das necessidades de acessibilidade em 45 edifícios/monumentos e posteriores correções que sejam sinalizadas.

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Nas novidades estarão também novos conteúdos de comunicação em “formatos alternativos”, como vídeos legendados em língua gestual no ‘site’ das Aldeias Históricas e uma ‘app’ com informações sobre restaurantes ou alojamentos, também com a opção de língua gestual e sinais internacionais.

A sinalética nas aldeias estará em braille, acessível a invisuais, ou com ‘QR code’, código digital, que remete para conteúdos na ‘app’ com audiodescrição ou língua gestual.

Estão envolvidas no projeto as aldeias de Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha, Trancoso.

O contrato será assinado na cimeira de Turismo promovida pela Associação Aldeias Históricas de Portugal, que deverá contar com a presença do ministro-Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, e da secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho.

Fonte: Lusa

Foto: Who Trips

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