De acordo com a publicação TTG Asia, a Autoridade de Turismo da Tailândia recebeu recentemente o primeiro Simpósio de Viagens LGBT em Banguecoque, onde o vice-governador da organização, Srisuda Wanapinyosak, disse que a Tailândia está "aberta a todas as sombras possíveis sob o arco-íris". Acrescentou ainda, que o país tem como objetivo ter um "crescimento exponencial" no segmento de turistas LGBTQ e que pretende desenvolver-se como um exemplo a seguir para outros países da região e do mundo.

A economia da Tailândia é fortemente dependente da indústria turística, e a Autoridade de Turismo da Tailândia tem procurado, nos últimos anos, números cada vez mais ambiciosos de chegada anual de turistas, além de incentivar os chamados "turistas de qualidade" que são especialmente ricos.

O editor de revistas de viagens gays de Londres, Uwern Jong, disse que o crescimento anual do segmento de viagens gays supera em muito o do setor como um todo e que os viajantes LGBTQ, estatisticamente, gastam muito mais em viagens do que pessoas heterossexuais, tornando o segmento comercialmente atrativo para a Tailândia.

Como destino de viagem para a comunidade LGBTQ a Tailândia é  segura e acolhedora. Embora a Tailândia possa ser conservadora, a homofobia é menos explícita do que noutros países do mundo. No entanto, a situação é mais um caso de "não pergunte, não conte" do que uma verdadeira a aceitação. O casamento entre pessoas do mesmo sexo ainda não foi legalizado na Tailândia e não existe qualquer legislação contra a discriminação baseada na sexualidade.

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