Um homem de 26 anos com passaporte francês foi barrado pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP) porque o software identificou que a sua cara não combinava com a foto do documento. Ao ser questionado pelas autoridades, acabou por revelar o seu verdadeiro documento de identificação, feito na República do Congo, que estava escondido debaixo da palmilha do sapato.

Por fim, autoridades federais decidiram não processar o rapaz, que não teve o nome divulgado, e libertaram-no para deixar o país. Com o sucesso da operação, outros órgãos procuram aperfeiçoar e distribuir a tecnologia para vários locais.

Até agora 14 aeroportos norte-americanos usam o reconhecimento facial para supervisionar a chegada e saída de passageiros. A ideia é, no futuro, substituir os passaportes tradicionais.

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