Projetadas pelo arquiteto australiano Marshall Blecher e pelo estúdio de design dinamarquês Studio Fokstrot, como um projeto sem fins lucrativos, os parques flutuantes são uma rede de pequenas ilhas feitas de materiais de origem sustentável e reciclados.

A primeira das ilhas, conhecida como CPH-Ø1, apareceu em 2018 e, de acordo com um comunicado do Studio Fokstrot, tornou-se popular entre os visitantes, "hospedando parte de uma exposição de fotografia, uma série de palestras e muitos piqueniques à beira-mar". Agora, existem planos para lançar mais três ilhas este ano e mais em 2021.

Os parques flutuantes serão gratuitos e abertos ao público e podem ser usados para diferentes atividades, como zonas de natação segura, saunas, jardins, cafés e até hortas comunitárias flutuantes. As ilhas serão construídas manualmente nos estaleiros de construção da cidade, usando técnicas tradicionais de construção de barcos de madeira e, depois, serão preenchidas com árvores e vegetação. As ilhas ficarão ancoradas ao fundo do mar e serão movidas sazonalmente para não sobrecarregar determinadas áreas e dar vida a outros pontos quando necessário. Cada ilha estará localizada a uma curta distância do porto da capital dinamarquesa, de modo a estar ao alcance de barcos de recreio, caiaques, pescadores e nadadores.

O projeto, apoiado pelo município da cidade, recebeu o Prémio Internacional de Design de Taipei para espaços públicos e o prémio de design social. Foi também finalista no Beazley Design Prize no London Design Museum e é finalista no Danish Design Prize.

Newsletter

Receba o melhor do SAPO Viagens. Semanalmente. No seu email.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.