O incidente foi capturado em vídeo por Marissa Rundell, uma mãe de 19 anos, de Rochester, Nova Iorque, e a outra vítima do discurso de Peirez.

Num voo do aeroporto JFK para o aeroporto de Hancock, a ex-diretora do programa do Conselho de Artes de Nova Iorque começou a reclamar em voz alta sobre o filho de Rundell que estava a chorar.

“Ela veio para trás e atirou as malas. Disse 'isto é ridículo'. É uma 'treta' ter que sentar na parte de trás do avião", declarou Rundell ao Daily Mail. A jovem mãe pediu que Peirez não continuasse a falar perto do seu filho e, supostamente, se deparou com a resposta, “cala a boca”. Rundell então filmou o resto da conversa com o telemóvel, onde Peirez se recusa a sentar-se ao lado de um bebé a chorar.

Quando uma comissária de bordo tentou envolver-se, a funcionária do governo redirecionou a sua raiva para ela. "Você pode não ter um emprego amanhã", disse Peirez à comissário de bordo, o que também foi gravado. Uma equipa adicional foi então chamada para escoltá-la para fora do avião.

Depois da filmagem se ter tornado viral, com cerca de 2 milhões de visualizações no Facebook, Peirez foi afastada do trabalho com uma declaração oficial divulgada pelo Diretor de Informações Públicas, Ronni Reich: "funcionários do estado são e devem ser mantidos no mais alto padrão tanto profissional quanto pessoalmente. Fomos notificados dessa situação e iniciamos uma investigação. Esta funcionária foi retirada do escritório e colocada em licença até novo aviso e até que a questão seja resolvida."

Quanto a Rundell, ela disse à CBS News que não se arrepende da decisão de partilhar o vídeo, mas lamentou que isso tenha afetado o trabalho de Peirez.

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