Quem visita a Abadia de Westminster tem muito para ver: a cadeira de coroação de carvalho dourada encomendada por Edward I no final do século XIII, os túmulos de Charles Darwin e Isaac Newton e uma representação dourada da Última Ceia de Antonio Salviati.

Pela primeira vez em 700 anos, está prestes a abrir ao público um novo espaço no museu. O espaço, reinventado como Galerias do Jubileu de Diamante da Rainha, abre portas a 11 de junho e é considerado a adição mais significativa à abadia, desde 1745.

Segundo Susan Jenkins, a curadora do museu, este será o ponto alto para os visitantes. Seguindo a mesma rota de Kate Middleton e do príncipe William, será possível admirar o pavimento cosmatesco (estilo geométrico), o santuário de Eduardo, o Confessor - penúltimo Rei saxão de Inglaterra - de uma forma que era impossível anteriormente.

Os visitantes poderão aceder a uma torre recém-inaugurada - escondida num pátio - com um elevador e escadas, com vista para as Casas do Parlamento e da Abadia. Dentro da galeria, há mais janelas com vista para o Parlamento, bem como para a igreja de St. Margaret, sendo possível caminhar ao redor do lado leste do altar e observar a Abadia.

As galerias exibirão uma série de artefactos e efemérides que demonstram a forte ligação entre a Abadia e a monarquia britânica. Há vitrais, manuscritos e efígies fúnebres medievais de vários reis, bem como os acessórios usados ​​para a coroação da Rainha em 1953. Também será possível ver a licença de casamento do duque e da duquesa de Cambridge, Príncipe William e Kate Middleton. Ao todo, dois terços do que poderá ser visto nunca foi visto antes. A ideia surgiu como um projeto para a Rainha celebrar o sexagésimo aniversário do seu reinado.

As novas galerias abrirão ao público três semanas após o casamento do príncipe Harry com a atriz americana Meghan Markle.

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