Will Burrad-Lucas, de 35 anos, fotografou um leopardo africano - com cerca de dois anos - no Laikipia Wilderness Camp, no Quénia, no mês passado. As fotos representam a primeira documentação científica do animal, em África, em quase um século. Até então, não havia nenhuma prova documental de qualidade que pudesse confirmar a sua existência.

A tonalidade deve-se a uma variante genética que é o oposto do albinismo - o melanismo -  que resulta num excesso de pigmentação escura. O animal melanístico mais famoso é a pantera negra, termo abrangente que engloba leopardos de pele escura na Ásia e África e jaguares escuros na América do Sul.

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