O país - que abriga 6% da biodiversidade mundial - já tinha anunciado, em 2017, que eliminaria os plásticos de uso único e lançou uma estratégia nacional para substituir os plásticos por materiais recicláveis e solúveis em água. As universidades locais já estão a pesquisar alternativas que possam ser igualmente baratas. Um grupo de estudantes da Universidade da Costa Rica criou um material feito a partir de bananas, que será cinco vezes mais resistente, mas que terá a vantagem de se desintegrar em 18 anos.

Um relatório de 2016 da Fundação Ellen MacArthur prevê que em 2050 haverá mais plástico no oceano do que peixes. De acordo com a Ocean Conservancy, foi encontrado plástico em 60% das aves marinhas e em 100% das espécies de tartarugas marinhas, que confundem plástico com comida.

A Costa Rica também prometeu ser neutra em carbono até 2021 (o 200º ano de independência da Costa Rica) e o último presidente do país, Carlos Alvarado Quesada, comprometeu-se a elaborar um plano para banir os combustíveis fósseis.

Para que um país seja neutro em carbono, precisa eliminar tanto carbono do ambiente quanto o que emite. Isso pode ser conseguido através das árvores e por isso, a Costa Rica dobrou a área florestal de 26% da área do país em 1984 para mais de 52% em 2017.

Atualmente, 99% da energia do país provém de fontes de energia renováveis, como eólica e solar.

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