Nos últimos anos, a China tem sido o maior consumidor mundial de vinho tinto - o vinho branco tem a cor associada à morte e aos funerais e não é tão popular. O país é também o segundo maior produtor mundial de vinho em termos de área cultivada, atrás apenas da Espanha, e a Changyu, a mais antiga vitivinícola da China, quer aproveitar esse facto e aumentar os seus lucros.

A empresa já construiu castelos em estilo francês e castelos italianos por todo o país, cada um representando uma região vinícola europeia diferente. Agora, na cidade portuária de Yantai, na península que se estende em direção à Coreia do Norte, na província de Shandong, está a planear um projeto de cerca de 745 mil euros.

O projeto destina-se a criar uma “Cidade do Vinho” - que é, na verdade, um parque temático de vinhos. Um chateau já foi construído e vários outros em construção. As estruturas vão abrigar atrações turísticas, como exposições, salas de degustação e bares, além de instalações de produção e pesquisa de vinhos.

De acordo com o site da Changyu, a vinícola de Yantai será a maior instalação de produção de vinho e brandy do mundo. Como prova do compromisso de melhorar a qualidade de seus produtos, Changyu contou com a ajuda de Augusto Reina, um enólogo italiano, que é mais conhecido como sendo o produtor do licor Disaronno. Reina e a sua equipa estão a aconselhar sobre variedades de uva e como cuidar das videiras.

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