Desde as serras de Baião que Eça de Queirós descreve em "A Cidade e as Serras", até ao convento em que Teresa acenou a Simão em "Amor de Perdição". Estes são alguns dos locais imortalizados na literatura portuguesa.
Palácio Nacional de Mafra
Em o "Memorial do Convento", de José Saramago, é acompanhada a construção do Convento de Mafra, enaltecendo o povo humilde e anónimo, representado como verdadeiro responsável pela construção de D. João V.Palácio do Ramalhete
Quem leu "Os Maias" de Eça de Queirós, recorda-se da descrição da casa do Ramalhete. Atualmente o espaço funciona como unidade hoteleira e inclui 16 quartos e uma piscina aquecida com vista sobre o rio Tejo.Rio Tejo
No livro "Obra Poética", Sophia de Mello Breyner Andresen dedica um poema ao Tejo. "Ao virar da esquina de súbito avistamos/ Irisado o Tejo:/Então se tornam/ Leve o nosso corpo e a alma alada".Praça de Luís de Camões
É um dos lugares citados por Eça de Queirós, na sua obra Primo Basílio. "Entraram na Praça de Camões. Gente passeava devagar; sobre a sombra mais escura que faziam as árvores cochichava-se pelos bancos".Convento de São Francisco
O Convento de São Francisco, em Santarém é cenário de algumas das cenas mais dramáticas de "Viagens na Minha Terra" de Almeida Garrett. Convento de Monchique
O Convento de Monchique, no Porto, foi cenário da obra de Camilo Castelo Branco, "Amor de Perdição".Foi de uma janela do Convento que Teresa acenou ao amor da sua vida, Simão, quando este passava num barco no Douro, a caminho do degredo. O edifício está atualmente ao abandono.Castelo de Penedono, Viseu
O Castelo de Penedono, em Viseu, é também conhecido como Magriço - alcunha de um herói da narrativa dos Doze Pares de Inglaterra - foi imortalizado por Camões no Canto VI de "Os Lusíadas".Baião
Em "A Cidade e as Serras", Eça de Queirós descreve a caminhada de Jacinto desde a Estação de Tormes - em Aregos - prolongando-se serra acima por caminhos de natureza até Tormes ou Quinta de Vila Nova. Atualmente, existe no local a Fundação Eça de Queirós. O Dia do Livro Português é comemorado em 26 de março. A data foi criada pela Sociedade Portuguesa de Autores para destacar a importância do livro, do saber e da língua portuguesa em todo o mundo.
A escolha do dia 26 de março para esta celebração não foi por acaso. No dia 26 de março de 1487, foi impresso o primeiro livro em Portugal: o “Pentateuco”, em hebraico.