Do café expresso tipicamente italiano até ao café com ovo do Vietname, passando pelo café turco, nas borras do qual é possível ler a sina, por todo mundo, o café está presente e é apreciado das mais variadas formas.
O Café Touba tornou-se popular na década de 1880 por Cheikh Ahmadou Bamba, fundador da Irmandade Mouride, e leva o nome da cidade sagrada de Touba. Originalmente acredita-se que tenha valor medicinal, esta bebida de café doce e picante é apreciada durante toda a manhã e à tarde no Senegal.
Um café expresso é um método de preparar café através da passagem de água quente (não fervente) sob alta pressão pelo café moído. Grande parte da terminologia do café expresso vem da Itália. Bebidas à base de café expresso incluem tudo, desde café com leite até café mocha (café expresso com chocolate) e café doppio (dose dupla de expresso).
Kopi Luwak está entre os cafés mais caros do mercado e é feito através de grãos de café que foram parcialmente digeridos e depois expelidos por civetas de palmeiras asiáticas, mamíferos semelhantes a doninhas, nativos da Indonésia. A bebida passou a ser objeto de escrutínio ético, já que com a crescente popularidade veio a produção em massa que levou alguns produtores a enjaular civetas silvestres, muitas vezes em condições deploráveis.
Enquanto em Portugal é comum juntar leite ao café, na Escandinávia é comum adicionar queijo. O kaffeost, ou "queijo de café", é originário da Finlândia e também pode ser encontrado no norte da Suécia. É um queijo relativamente firme e leve, que adquire uma consistência mais cremosa e um sabor mais doce quando coberto com café quente.
Cravinho, anis e canela dão ao Cafe de Olla seu sabor característico. As especiarias, grãos de café e açúcar fervem em potes de barro chamado 'ollas', e a mistura é depois coada. Alguns juntam chocolate mas o aroma perfumado da bebida é sempre reconhecível.
Também conhecido como café com ovo vietnamita, pode ser apreciado quente ou gelado e é obrigatório para os visitantes de Hanói ou Saigão.
O café turco é servido em panelas de latão ou cobre conhecidas como cezves. O café não é filtrado e a borra que fica no fundo da chávena, após se beber o café, pode ser usada para ler a sina.