A observação de vida selvagem no seu habitat natural não é o mesmo que uma visita a um jardim zoológico. É verdade que, num ambiente selvagem, não há, nem poderia haver, qualquer garantia de avistamento de determinadas espécies, mas quando estamos cara-a-cara perante espécies animais no seu habitat natural, o resultado é imensamente mais gratificante do que observar animais em cativeiro.

O resultado de um safari depende de vários factores, entre os quais o local escolhido, o tipo de veículo, a qualidade dos guias, a quantidade de tempo disponível e, por fim, pura sorte. Quando nós escolhemos visitar o South Luangwa National Park (Parque Nacional Luangwa Sul), sabíamos que não tínhamos muito tempo disponível, e, para não confiarmos demasiado no factor sorte, apostamos na qualidade dos guias e instalações da Norman Carr Safaris.

A localização dos seus campos permite-nos ter acesso ao interior do Parque, e a zonas com maior concentração de vida selvagem, os seus guias experientes conhecem a fauna e flora local como a palma das suas mãos, e os veículos todo-o-terreno permitem-nos ter acesso a todos os trilhos. Estavam assim lançados os dados para a aventura da exploração da vida selvagem num dos parques mais conceituados da Zâmbia.

O programa da Norman Carr Safaris de um dia engloba sempre um safari diurno, a iniciar-se de manhã cedo, e um safari ao fim da tarde e nocturno, momentos privilegiados para a observação de vida selvagem. Com o nascer-do-sol, os animais aventuram-se no ar fresco da manhã, e ao início da noite os grandes predadores espantam a preguiça da tarde e aproveitam a diminuição da luz para tentar uma caçada. Ficámos instalados em dois bush camps da Norman Carr Safaris, e foi a partir dessas bases que lançámos a nossa aventura pela savana africana. O resultado ultrapassou as nossas melhores expectativas, e deixou-nos com um desejo irresistível de voltar à Zâmbia.

Se pretende saber quais os melhores parques para observar a vida selvagem em África veja este artigo.