1. Liberdade de escolha. São já várias as ilhas que têm infraestruturas dedicadas aos viajantes independentes, desde as mais remotas, como a ilha de Haa Dhaalu, nos atóis norte, ou a ilha de Gan, no extremo sul do arquipélago, às mais próximas como Thulusdhoo, no atol Malé norte, ou Guraidhoo, no Atol Malé Sul. Nós decidimos explorar a ilha de Maafushi, no Atol Malé Sul, a cerca de uma hora e meia de Malé, a capital.

2. Alojamento com uma boa relação qualidade/preço. Maafushi tem já vários hotéis de dimensão média, com preços que se aproximam do segmento mais baixo dos resorts, mas também guesthouses dedicadas aqueles que têm um orçamento mais limitado. Nós escolhemos o Kaani Beach Hotel, muito perto da praia, e ficámos num quarto espaçoso, confortável, e com varanda virada para o mar.

3. Contacto mais próximo com a cultura da população local. Esse contacto ainda está a dar os primeiros passos, pois a população é conservadora islâmica, e ainda vê com maus olhos os costumes libertários ocidentais, nomeadamente no que toca à indumentária feminina reduzida. Em Maafushi existe uma praia dedicada aos turistas, longe dos olhares mais sensíveis, mas de resto pode comungar de todo o espaço e vida daqueles que chamam casa às Maldivas.

4. Conhecer Malé. A capital das Maldivas é uma cidade surpreendente para todos os que a visitam. Extremamente pequena, mas uma população que ronda 100 mil pessoas, de várias nacionalidades, com forte presença de emigrantes vindos da Índia, Sri Lanka e Bangladesh, resulta numa mistura de culturas fascinante.

5. Desenvolvimento da economia local. Ao fazer compras no comércio local, contribui para a melhoria das condições de vida dos habitantes. Passeie também pelos cantos destas ilhas, pequenas, mas cheias de vida. Maafushi tem uma escola, um centro de saúde, mercearias, um campo de futebol, um campo de jogos, e até uma prisão.

6. Gastronomia local excelente. A comida das Maldivas resulta da fusão de sabores vindos da Ásia e África. Os pratos “nacionais” incluem variedades gastronómicas da Indonésia, Índia ou Sri Lanka. Tanto os estabelecimentos locais, como os restaurantes dos hotéis, oferecem serviços a preços muito acessíveis, com comida de boa qualidade e com um cenário fabuloso, normalmente perto da praia e da água azul-turquesa.

7. Actividades a preço justo. Escolhemos Maafushi porque sabíamos que era o centro de tours dedicadas às mais variadas actividades, a um preço muito acessível. A escolha é muito diversificada, e o Kaani Beach Hotel é um dos centros da acção da ilha. Explorar as Maldivas de forma independente permite-lhe fazer todas as actividades que os hóspedes dos resorts fazem, mas a preços muito mais convidativos.

8. Recifes de coral belíssimos. Os recifes de coral são ecossistemas únicos no planeta Terra e são um tesouro a preservar. Tão bonitos quanto frágeis, os recifes são muito sensíveis à variação da temperatura da água, sendo a sua degradação em certos locais um sinal do aquecimento global. Seja responsável, escolha uma companhia credível, e desfrute de uma das maravilhas naturais do Planeta Terra, fazendo mergulho ou snorkelling.

9. Biodiversidade incrível. O ambiente de recife dá origem a uma biodiversidade espantosa, sendo possível observar mais de 100 espécies de plantas e animais num único recife. Desde os espécimes mais pequenos, até aos golfinhos, tubarões e raias gigantes, tudo é possível observar de perto, e a um preço imbatível.

10. Ambiente romântico. Não é por acaso que as Maldivas são um dos destinos de lua-de-mel favoritos dos casais. As ilhas habitadas têm uma alma, um ambiente, e paisagens capazes de tornar uma lua-de-mel, ou simplesmente umas férias em casal, num acontecimento a recordar em conjunto por muitos anos. Perca-se com a sua cara-metade num banco de areia esquecido no Índico.

Se pretende viajar para as Maldivas pode ver as nossas dicas aqui.